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Simples Poemas

Este blog é um local onde partilho os poemas que vou criando, faço-o por puro prazer e diversão. Posto um pouco de tudo, principalmente acerca de sentimentos, emoções e momentos.

Simples Poemas

Este blog é um local onde partilho os poemas que vou criando, faço-o por puro prazer e diversão. Posto um pouco de tudo, principalmente acerca de sentimentos, emoções e momentos.

19
Jan09

Amo-te

Sara Oriana

O mundo pode separar-nos as vezes que quiser

Durante o tempo que for

Que eu não te deixarei de amar

O mundo pode dar mil voltas

O céu cair e o mar rebentar,

Mas há coisas incapazes de mudar

 

Quero-te comigo todos os momentos

Quero que me abraces que me leves

Que me ames assim também

E sei que um dia, nem que seja ultimo

Vamos estar juntos, sem mais ninguém

Olhando nos olhos um do outro

Ficando assim para sempre bem

 

18
Set08

Encanto

Sara Oriana

Vivo neste doce encantamento

Nesta outra vida, que pensei nunca vir a ser minha

Neste outro mundo, em que muitos querem viver

Aproveitando tudo, cada momento

Temendo voltar a ser sozinha

Desejando para toda a eternidade te ter...

 

Tu que me alegras quando estou triste,

Que me acalmas

Que me agarras

E me beijas, tornas tão fabuloso amar-te

Tu que eu admiro,

Tu que eu respeito,

Tu que eu amo

 

Completas-me em todas as maneiras

És quem me faz sorrir, quem me impede de chorar

Tu és aquele que quebrou todas as minhas barreiras

O único que me ensinou o que era amar...

18
Out07

Brisa

Sara Oriana
Brisa que me tocas de leve
Leva daqui a minha mágoa
Tras-me a paz que nunca tive
Faz transbordar lágrimas desta lagoa
Tira este sufoco de mim
Põe a este tormento um fim
E vira esta página da minha vida
Da mesma forma que o fazes com o meu caderno
Não quero mais estar perdida
Quero um sonho doce e ameno

Levemente, Suavemente
Leva-me e não me tragas de volta
Tu que és tão suave
Tira-me simplesmente daqui
Liberta-me desta saudade

Mas no fim acabo sempre por pensar em ti
E este sonho perdido
Não me liberta, não me deixa
Culpa da brisa que se desleixa
E na docura de um sonho
Perco-me a mim, perco-te a ti
Porque a realidade é bem diferente
Porque a realidade é aquilo que sinto e já senti
Em eu choro e grito, num mundo inexistente
Mas aqui, apenas te observo
Cada vez mais distante
E no meu caderno assim o descrevo
Este amor tão desgastante...

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