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Simples Poemas

Este blog é um local onde partilho os poemas que vou criando, faço-o por puro prazer e diversão. Posto um pouco de tudo, principalmente acerca de sentimentos, emoções e momentos.

Simples Poemas

Este blog é um local onde partilho os poemas que vou criando, faço-o por puro prazer e diversão. Posto um pouco de tudo, principalmente acerca de sentimentos, emoções e momentos.

03
Jun08

Calmaria

Sara Oriana

Cá me afundo, afundo em mim mesma,

Afundo-me na minha vida, que me dá tudo

E como em tantas outras, tira de seguida...

 

As rimas não existem,

Porque me parecem ridiculas neste momento

Estou calma, tão calma que me deixo arrastar no velório que é meu

Não existe mais nada, a não ser eu, eu e a minha melancolia.

 

Não choro, estou demasiado calma para isso, mas desvaneço

E quero-me puxar para cima, mas no fundo quero ir

Quero partir para nunca mais voltar...

Seria tudo tão mais facil, esquecer o mundo, esquecer-te a ti

 

De qualquer das formas ninguém repara...

Tenho que implorar por alguém que me oiça,

Porque sou forte, porque sou sempre forte,

E ninguém vê uma pessoa forte mal,

É como ver que mesmo para Aquelas pessoas,

O mundo não sorri, e a esperança vai-se...

 

E eu que sou a esperança dos outros?

A quem recorro para me dar esperança?

A mim... A ninguém

 

18
Jan08

Moribunda

Sara Oriana
Sinto o coração apertado...
Parece que me tiraram tudo
Cada momento me sinto mais sozinha
Cada momento mais pequenina
Choro sem chorar
As lágrimas que teimão em ficar
Se de cupido não morri
Morro agora de amizade ferida
Já não basta o que já sofri
Agora sinto-me desamparada e perdida...

Continuo a lutar, mas mortalmente ferida
Eu sei que tenho gente á minha volta
Mas é cega esta alma sofrida
Rápido passarei de moribunda a morta...

Apenas sinto que meu exercito desertou
E eu mais nada sou

Meus anjos, que me vêm buscar
Contem-me histórias de grandes guerreiras
Cantem-me odes antes da morte me levar
Apenas quero ouvir coisas boas

No campo de batalha jazo moribunda
O sangue sai por todos os lados
Estou ferida nas costas de facada
E de frente por investida
Mas pior que isso, é a minha alma aos bocados
E pensar que um dia me julguei fadada...

Calem-se agora! Porra!
Estou farta de ser desgraçada!
Se tiver que morrer, que morra!
Mas de pé e com a mão na espada!

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