Terça-feira, 20 de Novembro de 2007
E se aquele pôr do sol fosse eu?
Se eu desaparecesse assim?
A minha vida, e tudo o que sucedeu...
Eu não passaria de uma flor de jardim
E na verdade, posso não ser o pôr do sol
Mas os momentos são mais fugazes que isso
E o tempo algo extremamente impreciso

Eu, eu sou apenas uma folha ao vento
Vendo mil pôr do sois
Aproveitanto cada escasso raio, cada momento
Mas não consigo ter a segurança da manhã
Não me fio em Deus, sou como que pagã
E miro o pôr do sol, temendo a noite
E agradecendo a sorte
De um ultimo raio de luz
Daquele doce brilho, que tanto me aquece
Essa luz que me esquece
Mas que tanto me seduz...
publicado por Sara Oriana às 16:20
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Olá!

Um aluno entregou-mne este poema como sendo dele. Estranhei e "googlei-o". Assim dei com o seu blogue. Para além disso, também encontrei outro "poeta" a usar a sua inspiração. Neste sítio: http://solparatodos.pbworks.com/Poemas

Se mais provas não houvesse, estes plágios seriam suficientes para demonstar o quão apreciada é a sua poesia :).

Que a musa da poesia a proteja!
palavrasdesever a 2 de Junho de 2009 às 17:11


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